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Handebol

19/05/2017

Areia: Djandro quer reviver emoção do título mundial

Competição será disputada de 11 a 16 de julho nas Ilhas Maurício
Djandro vai comandar a seleção juvenil
Cinara Piccolo/Photo&Grafia

Da Redação, Santo André (SP) - Antônio Djandro Ricardo Nascimento participou, como atleta, do primeiro título mundial de handebol de areia do Brasil, no Rio de Janeiro, em 2006. Desde 2010, o ex-jogador integra a comissão técnica da equipe nacional e, agora, ganha sua primeira oportunidade como treinador da seleção brasileira: vai comandar o time masculino juvenil no inédito Campeonato Mundial da categoria, que será disputado nas Ilhas Maurício, de 11 a 16 de julho, e é classificatório para os Jogos Olímpicos da Juventude de 2018.

Em fevereiro, ele fez parte da seleção juvenil como auxiliar técnico na campanha que rendeu medalha de ouro no Pan-Americano. Agora, encara o novo desafio e pode reviver sua história de campeão mundial. "Minha expectativa é a melhor possível. Sinto-me preparado, ciente do que preciso fazer para atingirmos nosso objetivo. Por ser o primeiro Mundial da categoria, estamos lidando com algo novo, aprendendo no dia a dia. E isso também me estimula. Os meninos já deram uma resposta positiva no Pan. Vamos mostrar nosso melhor e fazer uma excelente competição."

O Mundial terá 16 países, divididos em quatro chaves. O Brasil está no grupo A, com China Taipei, Paquistão e Ilhas Maurício. O B tem Tailândia, Rússia, Venezuela e Togo. No C, estão Espanha, Argentina, Paraguai e África do Sul. No D, Portugal, Itália, Austrália e Nova Zelândia.

"Taipei tem atletas muito velozes e de bom porte físico. Paquistão tem se destacado na Ásia, inclusive na categoria adulta. Então, deve ter um trabalho de base reformulado e competitivo. E as Ilhas Maurício têm uma equipe que, sendo anfitriã, certamente se preparou bem. É uma chave equilibrada. Temos um time jovem, formado recentemente, e vamos impor nosso estilo de jogo. Vamos para sermos campeões e fazermos valer o título pan-americano", destacou Djandro.

Sobre os outros grupos, o treinador do Brasil destacou a tradição das escolas europeias e as possíveis surpresas. "A Venezuela fez um Pan muito bom, terminando em terceiro. A Tailândia tem um trabalho mais longo e pode dificultar para os adversários. A Espanha é a atual campeã europeia e faz um jogo muito forte. E seguindo a tradição da escola, tem Portugal e Itália, segundo e terceiro colocados no Europeu."

Sistema de disputa

Os três primeiros colocados das chaves A e B formarão o grupo I, e os três melhores da C e da D estarão no grupo II. Então, serão dois novos grupos com seis países em cada um, e os quatro primeiros de cada lado avançam para as quartas de final.

Sobre Antônio Djandro Ricardo Nascimento

Defensor especialista na época em que jogava, Djandro chegou à seleção em 2006 e, naquele ano, fez parte da equipe adulta que conquistou o primeiro título mundial para o handebol brasileiro nas areias, no Rio de Janeiro. Dois anos depois, foi capitão do time nacional vice-campeão na Espanha.

Sua carreira dentro das quatro linhas se encerrou em 2010, por conta de uma lesão no joelho. Então, surgiu o convite para integrar a comissão técnica da seleção masculina adulta e Djandro ocupa até hoje o cargo de assistente técnico. Do ano passado para cá, ele aceitou o desafio de trabalhar com a seleção juvenil. 

Chaves

Grupo A - Brasil, China Taipei, Paquistão, Ilhas Maurício
Grupo B - Tailândia, Rússia, Venezuela e Togo
Grupo C - Espanha, Argentina, Paraguai e África do Sul
Grupo D - Portugal, Itália, Austrália e Nova Zelândia

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